O conceito de financiamento imobiliário é bastante simples: você pega um valor emprestado com alguma instituição financeira para comprar um imóvel – seja casa, apartamento ou ainda, em alguns casos, há a possibilidade de compra de imóveis comerciais. O empréstimo é concedido por meio de um contrato entre credor e comprador e contém cláusulas que indicam como o valor deve ser ressarcido, em qual prazo e por qual valor.
Para compor a taxa de juros, são verificados diversos fatores, como por exemplo, o valor do imóvel, o percentual do valor que o cliente quer financiar, a renda familiar, comprovação de renda, entre outros. Acima de tudo, há também a avaliação de risco de inadimplência. Quanto maior o risco, maior é a taxa de juros.
Amortizar significa quitar mensalmente parte da dívida com o credor. Os sistemas mais comuns são as Tabelas Price (parcelas fixas) e SAC (parcelas decrescentes).
Criado em 1964 para facilitar o acesso à moradia aos brasileiros, o SFH usa como recurso os fundos da conta poupança. Esses recursos podem ser repassados pelo FGTS para compra e construção de imóveis. Confira algumas das características desse sistema:
Apenas para imóveis residenciais e pessoas físicas.
Permite o uso do FGTS na compra do imóvel.
O valor financiado, incluindo as despesas da contratação, não pode ultrapassar 80% do valor do imóvel.
Há um limite de avaliação do bem, que é de no máximo R$ 1,5 milhão.
O Custo Efetivo Máximo anual do empréstimo deve ser de até 12% ao ano.
O Sistema Financeiro Imobiliário é mais recente e foi criado nos anos 1990 pelo Governo Federal para atender às pessoas que não se enquadram no SFH. Confira as características:
Crédito para compra de imóveis comerciais ou residenciais.
Valores superiores a R$1,5 milhões.
Para pessoas físicas e jurídicas.
As regras são definidas pela instituição que oferece o crédito.
Não há limite de renda comprometida.
Prazo máximo de quitação é de 420 meses (35 anos).
Esse é um dos principais tipos de financiamento imobiliário! No atual Governo, o programa conhecido como Minha Casa, Minha Vida mudou de nome e agora se chama Casa Verde e Amarela. Suas regras também foram afetadas. Atualmente, as características do programa de auxílio à financiamento imobiliário para classes de menor renda da população são:
Não ter casa própria ou outro financiamento de imóvel no seu nome.
Não ter sido beneficiado com outro programa de habitação social do governo.
Não utilizar o espaço para fins comerciais.
Não fazer parte do Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) ou do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).
Não está cadastrado no Sistema Integrado de Administração de Carteiras Imobiliárias (Siaci).
Não ter dívidas com a União.
Estar dentro da faixa econômica de salário entre R$ 1.800 e R$ 8.000 reais.
Para usar o FGTS no financiamento imobiliário, o primeiro passo é identificar se o solicitante se adequa às regras estabelecidas. São elas:
Não possuir financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País.
Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de imóvel residencial urbano ou de parte residencial de imóvel misto, concluído ou em construção, localizado no município de sua atual residência, ou onde exerce a sua ocupação laboral principal, incluindo os municípios limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana.
Como vimos, existem diversos tipos de financiamento imobiliário, mas, qual o melhor? Essa é uma pergunta da qual a resposta é completamente subjetiva, porém, de modo geral, a resposta mais assertiva é: aquela que atende às suas necessidades e se adequa ao seu perfil.
Existem diversas opções no mercado, por diversas instituições financeiras que vão muito além dos grandes bancos e oportunizam benefícios realmente vantajosos na hora de tirar seu sonho do papel.
Como já vimos antes, o parcelamento de qualquer financiamento imobiliário está sujeito à aplicação de juros mensais. O valor varia de acordo com o valor da dívida, mas também do tipo de financiamento imobiliário usado para a compra do imóvel. Falamos, inclusive, sobre eles anteriormente: a Tabela Price, o SAC (Sistema de Amortização Constante e o Sacre (Sistema de Amortização Crescente).
A resposta é sim, você pode financiar mais de um imóvel simultaneamente. Mas, para isso, você deve se enquadrar nos requisitos para ter dois financiamentos ativos. Bom exemplo disso é que a parcela de um financiamento não pode comprometer mais de 30% da sua renda mensal.
Você sabe o que é a portabilidade de financiamento imobiliário? Trata-se da possibilidade de transferir o seu atual financiamento para outra instituição financeira. Geralmente, é um recurso usado para desfrutar de condições de pagamento mais vantajosas das que estão previstas no contrato original do financiamento.
Agora que você já conhece os principais tipos de financiamento imobiliário, deu para entender como funciona financiamento de casas e as vantagens de cada um deles?
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